sexta-feira, 23 de março de 2012

uma coisa uma coisa, outra coisa outra coisa

sabem aquela parada de "sou legal, não tô te dando mole"?


pois bem, às vezes é isso, mas outras vezes a gente é legal e tá dando mole mesmo... e tem aquelas que nem são legais mas fingem na hora de dar mole.


cês precisam começar a distinguir o joio do trigo viu?

terça-feira, 20 de março de 2012

Noob/Newbie a.k.a Novata

Tenho uma lista de coisas que nunca fiz na vida mas que tá lá, assim que a oportunidade surgir eu vou encarar e fazer: saltar de paraquedas, comer insetos num desses países exóticos de culinária mais exótica ainda, usar um salto alto durante toda uma festa, raspar a cabeça…

Só que sempre tem aquelas coisas que você precisa priorizar e nesse caso num precisa ser ficar careca né? Eu priorizei viajar para Europa. Claro que ter família no lado de lá do Atlântico ajuda bastante, principalmente em economizar com estadia, mas a verdade é que já estava na hora. Nem que eu tivesse que estourar meu orçamento por um ano (o que não foi o caso) eu tinha que me dar esse presente de férias.

Daí começa, os planos iniciais pareciam que eu ia morrer daqui dois meses e num podia perder de ver nada. Tava parecendo roteiro de agência de viagens: conheça 50 cidades em 10 dias. Ainda bem que sempre tem um povo pra me mandar respirar, contar até 10 e pensar melhor sobre os roteiros. E no final fica assim: serão 20 dias de viagem, passarei 2 semanas em Portugal (a 1ª e a última) e uma semana na Suíça (a do meio, dãm).

Vou aproveitar pra fazer um registro fotográfico analógico também, além do digital nosso de cada dia. Também pretendo registra tudo num caderno de viagens (agora que posso respirar aliviada sabendo que essa não será a primeira e última viagem da minha vida) e tentarei passar algumas coisas pra cá nesse meio tempo, mas né? Nem eu to tão confiante assim nisso…

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

não sei fazer poesia


vou dormir para sonhar
já que está é a única forma
de me aproximar de quem gostaria.


mantenho meus pés no chão, a cabeça nas nuvens e o coração espalhado por aí...

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Na telha

Decididamente eu só consigo escrever sobre os assuntos que me dão na telha. Eu num consigo escrever só sobre comida, só sobre música, só sobre... enfim, deu pra entender.

Então, eu já estava com vontade de escreve fazia bastante tempo mas sempre é preciso um empurrãozinho. E o meu normalmente é emocional. E nesse ponto eu andava meio morna, sei nem se isso é possível quando se trata de mim.

Agora eu acho que me perdi e já não sei mais o propósito de ter começado a escrever esse post.

p.s: doida pra conseguir assistir Left Luggage e nada do torrent baixar. Já a primeira temporada de Downton Abeey tá vindo fácil, e o próximo na lista é Revolver.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

À magrela mais magrela de todas as magrelas do mundo!


Toda criança tem sonhos. Até os 9 anos de idade eu só queria de verdade mesmo uma coisa: ter uma irmã. Posso já ter falado isso, ou algo parecido, diversas vezes, mas é porque não cansamos de falar daquilo que amamos de verdade. E falo com a mesma intensidade como se estivesse abordando esse assunto pela primeira vez na minha vida.

É verdade que eu também queria ser piloto de Fórmula 1, usar óculos, colocar gesso na perna e usar aparelho ortodôntico. Só que o único desejo verdadeiro era ter uma irmã. Notem que o feminino é categórico. Quando meu pai e Bel foram até o colégio me mostrar o resultado do exame de gravidez positivo eu saí correndo até a minha sala de aula gritando que ia ganhar uma irmã. Pois, até hoje eu evito pensar o que seria de mim se ao invés de Duda viesse um irmão…

Ela contribuiu de certa forma para que minha família, apesar de residir em duas casa, sejam uma só. Apesar d’eu ser “de Oliveira” e ela ser  “Migueis Quintas”, nós duas pertencemos à mesma, e enorme família. Meus primos “de Oliveira” também são primos dela. Na mesa onde se senta um “Migueis Quintas” se senta minha mãe, que é “de Oliveira”. Unimos São Paulo, Pernambuco, Paraíba, Portugal e Itália numa mesma mesa, e fazemos tudo isso dar certo.

Ontem num jantar em família minha mãe disse uma coisa interessante enquanto eu tentava me desvencilhar dos braços magros e compridos de Duda, que me aperta de 3 em 3 minutos: isso é ela dando o troco das vezes que você vestia ela de boneca. E é isso mesmo. Por mais que eu fique toda vermelha, com a cara amassada, parecendo um shar pei, eu nunca vou impedir Duda de me “esmagar até virar geléia”, como ela mesma diz. Ela é, e sempre será a minha boneca que anda, fala, come, faz munganga, dá resposta malcriada, piranga um pedaço de chocolate e rouba o seu último gole de água ou sua primeira fatia de queijo.

Então essa pirralha, dos cambitos finos, que hoje faz 19 anos, está mais do que de parabéns. Na verdade eu devia era dar parabéns para mim, que tenho todos os dias da minha vida para aproveitar ao lado do meu sonho mais verdadeiro e mais palpável. E pela enésima vez eu te digo: se precisar, me chama que eu enterro o corpo.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Escrever é preciso...

É difícil entender como eu consigo pensar tanto, sentir tanto, gostar tanto de escrever e ainda assim escrever tão pouco.

Verdade que no tempo livre que tenho tento conciliar entre: família, amigos, filmes, livros, músicas, bares e (a muito custo) algum exercício físico.

Todo mundo tem um ano (ou mais de um de preferência) que foi inesquecível e um ano (bom mesmo seria se não houvesse nenhum mas…) que aconteceu tanta coisa ruim que melhor seria se não tivesse existido. Mas essa é só a primeira impressão, é só o primeiro pensamento que temos quando chega o dia 31/12 daquele ano péssimo e outro ano novinho em folha aponta no horizonte.

É sempre assim, estamos tão desesperados para nos livrar daquele ano, como se isso fosse possível, que esquecemos que é justamente depois de passarmos por fatos e acontecimentos que preferimos esquecer que ficamos mais fortes. Parece tão clichê dizer isso, mas eu vou mentir é? Vou dizer que não aprendi nada com a maior decepção, nem com as maiores perdas, nem com os melhores planos que não se concretizaram?

Nem vou ficar aqui remoendo o que danado foi que aconteceu, o fato é que forma 365 dias de altos e baixos. “ah Alice, a vida é assim! Todo mundo tem altos e baixos durante o ano!”. Tá bem então, digamos que foram muitos baixos para uns altos nem tão altos assim, ok?

Daí que eu tava conversando com uma pessoa inspiradora e foi nesse papo que me dei conta dos melhores momentos do ano passado. Todos, sem exceção, incluem pessoas: novas, de longas datas, que não via há muito tempo, que estão longe, muito longe, às vezes perto até demais, que eu vejo quase todo dia, sangue do sangue, amigo de um amigo, amigos dentro da profissão inclusive.

Então eu cheguei à conclusão de que não importa muito quão ruim foi aquele ano, o que vai importar mesmo são as pessoas que fizeram parte dele e da minha vida.

Chegando ou partindo.

Ficando ou indo embora.

Construindo ou destruindo.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Por que eu compro pela internet?

A verdade é que eu nem vou responder essa pergunta com o clichê: comodidade; isso daí é batido e todo mundo que compra pela internet sabe que é muito cômodo ficar sentado na cadeira visitando dezenas de lojas, fazendo comparação de preço e comparando produtos. Também num vou falar da qualidade dos produtos, porque assim como na loja física podemos nos decepcionar com o produto comprado (sorte que isso nunca me aconteceu com as lojas que resolvi comprar).

O que me faz comprar pela internet são dois fatores: a exclusividade do produto e o cuidado com o cliente.

É claro que nem todo produto vendido na internet é exclusivo, mas pode-se encontrar produtos produzidos artesanalmente e em pouca quanitdade, além de produtos pouco comuns de se encontrar nos shoppings da vida. Todas as lojas de produção própria que comprei/ganhei até hoje me impressionaram: Alice Disse, Estudio MI (Mercado Imaginário) e a Garimpo Urbano são apenas exemplos. E para merecerem esse destaque elas também cumpriram o segundo quesito: cuidado com o cliente.

A forma como o produto é despachado conta e muito para o cliente. E isso nenhuma loja física até hoje me proporcionou um prazer desses, seja com uma embalagem (sem pedir, porque eu nunca pedi pra vir um papel de seda de bolinha ou um adesivo fofo ou mesmo um bilhetinho) ou com um brinde (essa luva que o estudi MI me mandou arrebatou meu coração <3).

:: linda a blusa, lindo bilhete e kit com mini-lixas de unha ... on Twitpic

(na primeira foto minha mais recente aquisição do Estudio MI + a luva que veio de brinde; na segunda foto minhas comprinhas na Alice Disse; e na última foto a blusa do Garimpo Urbano que ganhei num sorteio do twitter, e reconheço minha dívida por não ter feito compras lá ainda =/ )

Percebam que eu não cito lojas como Submarino, Americanas.com ou Livraria Saraiva (as lojas que existem física e virtualmente que eu mais faço compras) porque elas oferecem 100% de produtos manufaturados.